Ofélia, A Travesti Gorda

Ofélia é uma travesti, gorda, viciada em Coca-Coca e em cigarros. Nesse monólogo, fala sobre seu corpo, sobre suas angústias, sobre sexo, roupa, maquiagem. A experiência realizou três apresentações de sucesso e segue em repertório.

Performance Pirotécnica: Magô Tonhon / Texto: Helena Vieira

Orientação cênica: Rodrigo Abreu / Orientação Técnica: Juracy de Oliveira 

Operação e Iluminação: Lucio Mazzaro / Parceria: Pandêmica Coletivo Temporário de Criação

“Nesta performance audiovisual Magô/performer e Ofélia/personagem compõem um jogo cênico onde ora se colam uma na outra construíndo uma narrativa mas teatralizada, ora se distaciam dando espaço a um discurso no presente, performativo, construído junto com os espectadores. Dor e Humor também jogam juntos nesta cena artivista, que pleteia o direito à complexidade das existências Trans e das corpas gordas. Este trabalho é também sobre as alianças feitas entre pessoas LGBTIA+ e corpas dissidentes para hackear espaços de poder como o espaço da arte, com nossas narrativas contadas por nós mesmas.” – Rodrigo Abreu

Se em parte é um texto que aborda a questão da gordofobia, noutra é um texto sobre o direito a complexidade. A travesti Ofélia não sofre de "Disforia", não tem problema com o que de "masculino" existe em seu corpo. Sua questão é com o peso, afinal, nem tudo que afeta uma pessoa trans diz respeito à transexualidade. Ofélia grita pelo direito de ser complexa, de ter sua complexidade reconhecida.” - Helena Vieira

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